Como os drones podem ajudar os projetos de construção civil Decoração & Arquitetura | 03.04.2018

Já faz tempo que construir casas e edifícios se tornou algo muito além do que empilhar tijolos. Com a ajuda da tecnologia, atualmente é possível fazer muito mais em menos tempo, de forma mais segura, eficaz e com economia de recursos.

Até os drones já entraram no mercado da construção civil. Na verdade, eles prometem ser grandes aliados desse segmento, especialmente para contribuir com um serviço que costumava demandar muito tempo: o mapeamento de terrenos.

Drones e construção civil

A ideia veio da gigante Komatsu, empresa japonesa voltada para desenvolvimento de maquinário para construção civil. Ela firmou uma parceria com a fabricante de drones DJI para fabricar dispositivos personalizados, com tecnologia exclusiva para ajudar em etapas da construção de projetos.

Foram mais de mil drones encomendados nesta parceria, o que significa a maior encomenda para uso comercial da história dessas aeronaves. A construção civil sai como pioneira neste segmento.

O drone personalizado é capaz de mapear terrenos enormes em questão de horas, facilitando um processo que antes demorava dias. Tudo isso graças à tecnologia Skycatch, que promete um mapeamento extremamente preciso mesmo nas maiores escalas.

Drones - CGL

Tecnologia Skycatch aposta em acessibilidade e conectividade Reprodução / Skycatch.

A Skycatch possui uma linha de drones personalizáveis exclusivos para esse tipo de trabalho. São pequenas aeronaves capazes de fazer leituras em 3D, de topografia e áreas de calor com precisão de até 5cm em qualquer tipo de terreno. Além disso, todo o processo costuma ser muito mais barato do que quando realizado da forma tradicional.

O investimento por parte da Komatsu será de algo próximo de 4,2 mil dólares por drone, além de 1,8 mil dólares mensais pelo uso da tecnologia Skycatch.

Uso de drones comerciais no Brasil

Em 2017, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) definiu regras para o uso de drones por civis no Brasil. As aeronaves remotamente pilotadas (RPA), grupo em que se incluem os drones, ficam autorizados para o uso comercial, em situações como filmagem, fotografias e mapeamento de imagens.

Também passou a ser ser regulamentado o uso em casos não comerciais, como buscas e salvamentos, defesa civil e aérea.

No entanto, é proibido o uso de drones sem registros na Anac e sem comunicação prévia. Esse registro é obrigatório para as aeronaves que possuem mais de 250 gramas.

É sempre bom ver situações em que a tecnologia acha maneiras de facilitar nosso trabalho e torná-lo mais seguro e preciso. A CGL aposta também em todas as soluções que melhorem a qualidade de qualquer tipo de serviço, aumentando a segurança e reduzindo custos.

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Com informações de Tec Mundo.

 


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